Día Nacional de la Memoria por la Verdad y la Justicia

Se comemora as 30 mil vítimas do terrorismo de Estado durante o último e mais sangrento Golpe de Estado em 1976.

Em 24 de março de 1976 um golpe de Estado derrocou a presidenta María Estela Martínez de Perón e instaurou uma ditadura entre 1976 e 1983 por meio de uma junta Militar encabeçada por: Jorge R. Videla (Exército), Emilio E. Massera (Armada) e Orlando R. Agosti (Força Aérea).Se chamou "Processo de Reorganização Nacional" .
O governo sequestrou, torturou e executou clandestinamente a inúmeras pessoas, suspeitas de serem ativistas civis ou guerrilheiras e criou centros clandestinos de detenção. As pessoas presas nesses centros ficaram conhecidas como "os desaparecidos" e muitas foram executadas e enterradas em valas ou jogadas ao mar pelos aviões militares. Outro perverso método utilizado foi a apropriação dos bebês das mães que estavam em cativerio por parte dos próprios militares.


Em 2003, depois de iniciativas do Presidente Néstor Kirchner, as leis de Ponto Final e Obediência Devida foram aprovadas pelo Congresso da República Argentina última ditadura. Em 24 de março de 2006 através da Lei 26.085. se estabeleceu o Dia Nacional da Memória e Justiça , como feriado nacional.